JORNAL DA SAVRÉ

Ano II - No 6 - Agosto/Setembro de 2005
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Contatos: 9787-7754; 8145-3242; 8145-3242
OS NOMES DAS RUAS:
Jarauara
 
 
 
OS NOMES DAS RUAS:
 
Jarauara

Os nomes atribuídos às ruas, como já vimos em edições anteriores, procuram estabelecer uma referência significativa para os moradores ou, uma homenagem a alguém. Em nosso caso, na Vila Ré, temos nomes de diferentes nações indígenas, temos homenagens a localidades de várias partes do Brasil e, também temos nomes de santos da Igreja Católica: Santo Henrique, São Severo e São Serapião.

Santo Henrique
Santo Henrique nasceu às margens do Danúbio, em um castelo no ano de 973. Era filho do duque da Baviera, denominado “o briguento”, mas que abrandou o seu caráter por influência de sua esposa, passando a ser chamado posteriormente de “o pacífico”.
Henrique teve um irmão, Bruno, que renunciou ao conforto da vida da corte para se tornar pastor de almas, como bispo de Augusta. Das duas irmãs, Brígida se fez monja e Gisela foi esposa de um santo, o rei Estevão da Hungria.
O príncipe Henrique foi confiado aos cônegos de Hildesheim e depois ao bispo de Ratisbona, São Wolfgang, em cuja
escola se formou cultural e espiritualmente.
Dois anos após sua elevação a rei da Alemanha, o papa Bento VIII pôs na sua cabeça e, na da piedosa consorte Cunegundes, a coroa do Sacro Império Romano.
Santo Henrique morreu no dia 13 de Julho do ano 1024 e foi sepultado em Bamberga, Itália. Foi canonizado pelo Papa Eugênio III no ano de 1146. Embora essa seja opa data de sua morte, nos documentos da Prefeitura consta que seu é comemorado no dia 15 de julho.

São Severo
Por mais que se busque informações em relação a São Severo, elas são sempre precárias.
Sabe-se dele através de seu filho São Romualdo. Consta que sua família não tinha vínculo algum com a religião e Romualdo levava uma vida de prazeres e diversões irresponsáveis até os vinte anos. De repente, ao atingir esta idade, tomou conhecimento de como é fácil desperdiçar uma vida por causas e valores sem sentido.
Tudo aconteceu por causa de uma luta mortal. Sérgio, o pai de Romualdo, travou um duelo com seu melhor amigo e obrigou o filho a assistir. A cena de sangue, da qual seu pai saiu como vencedor e assassino chocou Romualdo e o fez recolherse a um convento da Ordem de São Bento.
Em pouco tempo tornou-se um exemplo para os outros aperfeiçoando-se tanto no trabalho espiritual que atraiu vários amigos para a vida religiosa.
Até o próprio pai acabou se convertendo por causa dele, abandonando tudo para viver na reclusão de um mosteiro. Mais tarde seu pai também foi canonizado e é conhecido como São Severo. A data de sua comemoração é 1º de fevereiro e é o patrono dos chapeleiros.

São Serapião
Foi Serapião exemplo de admirável santidade e virtude, de grande abstinência e oração, dedicado com prodigioso ardor à redenção dos cativos. Numa libertação de cristãos em África terminou sua vida em bárbaro martírio a que o submeteu o rei maometano da Argélia.
O segundo século de cristianismo tinha-se concluído com uma breve pausa de tranqüilidade após tantas provas sangrentas nas várias perseguições.
Até então os cristãos eram perseguidos apenas se denunciados como tais. Em breve, inicia- se um vigoroso foco de perseguição e de intolerância em relação á numerosíssima comunidade cristã.
Muitos foram flagelados e apedrejados; uma virgem, Apolônia, após desumanas sevícias, foi queimada viva. “Depois os perseguidores prenderam ainda em sua casa a Serapião, inflingiram-lhe duros tormentos, quebraram-lhe todas as juntas dos membros e jogaram no de um quarto alto com a cabeça para baixo” O culto a São Serapião, inexplicavelmente desconhecido no Oriente, floresceu no Ocidente e tem seu dia comemorado em 14 de novembro (na prefeitura 30 de outubro). São Serapião é invocado nas doenças corporais com muitos milagres relatados por seus devotos.
Óleo Bento de São Serapião (Passar o Óleo Bento de São Serapião na parte do corpo doente, rezando Ó São Serapião, filho predileto da Virgem Mãe, mártir corajoso de Cristo Jesus, intercedei por mim diante de Deus que vos concedeu a fortaleza e constância para suportardes vosso cruel martírio. Concedeime a graça de permanecer fiel nas maiores provações da vida e manter-me sempre unido à Cruz do meu Salvador, e, se for para o bem de minha alma, daime também a saúde no corpo, fazei que por esta unção seja curado dos males que padeço. Por Cristo, Senhor Nosso. Amém! Santo Henrique - São Serapião

Política Educacional Brasileira / Pobres crianças

Este ano acompanhei com atenção a proposta do governo, através da Lei nº 11.114, que visa o acesso das crianças de 06 anos na primeira série das escolas estaduais e municipais, deixando a critério de cada estado, num primeiro momento, de coloca-la em prática ou não e também de deixar que as escolas particulares trabalhem conforme acharem melhor, recebendo ou não as crianças de 06 anos nas primeiras séries.
Depois de muito debate, muitas publicações foram feitas em revistas especializadas, jornais e outros meios de comunicação, onde diversos educadores respeitados deram suas opiniões, alguns a favor, outros contra, como já era de se esperar. Cada um obviamente defendendo seu parecer com sua carreira e seus conhecimentos, diplomas e mestrados, baseando-se inclusive nos
longos anos de vivência e prática na sala de aula e no comando de seus postos, sejam eles da rede privada ou pública.
Em particular, recebi a edição de número 101 do mês de setembro da revista EDUCAÇÃO, cuja matéria de capa trata com muito profissionalismo e respeito esta questão. Reforça inclusive o discurso acima, onde vemos opiniões divergentes.
Alguns educadores renomados e integrantes do Ministério da Educação discorrendo sobre o tema, sem chegar a uma conclusão sobre o que é melhor.
Mas, o motivo desta minha matéria não é esclarecer o que é certo ou errado, muito pelo contrário. Para não ficar em cima do muro vou dar minha opinião como educador. Sou contra a entrada antecipada. Os “porquês” colocarei na próxima edição, pois hoje tenho outra preocupação.
A partir de agora diversas crianças serão obrigadas a participar de um projeto que não é consenso entre especialistas, onde em cada pedaço do país, em cada estado, haverá turmas diferentes, com oportunidades e dificuldades diferentes, falando apenas na rede pública.
Se formos incluir a particular nesse contexto, o problema fica maior.
Pior que isto. Nas salas de aula do país todo, teremos educadores completamente desorientados sobre como desenvolver uma proposta pedagógica coerente e que atenda as necessidades da mudança e da criança que estará lá. Afinal de contas a grande maioria dos professores nas salas de aula não tem a metade do conhecimento e da graduação que os educadores que propuseram
esta mudança tem. Se eles não chegaram a um consenso, imaginem o professor e o aluno.
Para concluir queria deixar aqui uma mensagem : “Pobre professor que não pode emitir sua opinião sobre mudanças desse tipo. Pobre professor que mais uma vez será obrigado a praticar uma política imposta sem poder se capacitar e se preparar adequadamente. Para você restará a parte mais difícil, que nenhum burocrata ou especialista vai fazer, que é trabalhar na sala de aula com estas crianças. A pior parte fica para você, educador”.
“Pobre criança. Mais uma vez, com explicações que não convencem você será obrigada a assumir responsabilidades e produzir mais, cada vez mais cedo. Bons tempos em que se podia aprender com prazer e ainda ser criança.
Tenho certeza que se vocês pudessem gritariam bem alto: respeito é bom e nós gostamos”. Prof. Ricardo Vernacci, educador

 
 
 
Silvana: um exemplo
A vida, muitas vezes, reserva a certas pessoas momentos de grandes dificuldades, onde nem todos conseguiriam superá-los.
Um exemplo de força de superação é o de Silvana Veloza Sepúlveda, para quem a vida deixou uma grande marca.
Ainda muito jovem, Silvana viu-se acometida de grave enfermidade o que a levou a uma longa e intensa rotina de recaídas, com inúmeras internações e fortes medicações.
Que esperança haveria para ela se seus próprios médicos já afirmavam não haver cura para o seu caso?
SAVRE: Como conseguiu vencer a enfermidade?
SILVANA: Acredito que operou-se um milagre. O tratamento intensivo a que fui submetida teria sido em vão não fosse a minha grandiosa fé em Deus e muita força de vontade para viver.
SAVRE: Quem é acometida por grave doença acaba sendo prejudicada no seu desenvolvimento pessoal. Como você conseguiu superar mais essa dificuldade?
SILVANA: Na verdade, durante todo o tempo em que estive enferma, com muita fé apoio da família e amigos, fui acumulando forças para recomeçar a vida e recuperar o tempo perdido.
SAVRE: E como isso se deu?
SILVANA: Retomei a rotina da vida.
Recuperei os amigos de quem tive de me distanciar em virtude de minha enfermidade e constitui novas amizades.
Procurei, sobretudo, estabelecer objetivos para a minha vida.
SAVRE: E o que você fez?
SILVANA: Busquei uma formação profissional, aperfeiçoei-me e constitui uma família.
SAVRE: Fala mais sobre isso!
SILVANA: Formei-me em Direito pela UNICID - Universidade Cidade de São Paulo e, também, em Técnica em Transações
Imobiliárias pelo EBRAE. Hoje, sou Corretora de Imóveis, inscrita no CRECI sob o número 67.814 e sou sócia-proprietária na imobiliária VELOZA IMÓVEIS. Participei da fundação da Associação
de Corretores de Imóveis de São Paulo – ACISP, da qual sou membro do Conselho Diretor. Na condição de conselheira desejo lutar por uma classe mais respeitada e unida, principalmente
a mulher corretora de imóveis, para que sejam vistas como profissionais competentes que são.
Essa é Silvana, nascida na Rua Júlio Sayago, Vila Ré, casada e mãe de um filho. Quem a conhece sabe que sua escalada está apenas no início e o seu destinoé o ponto mais alto. Os que aprenderam a admirá-la, certamente, continuarão torcendo por ela. SAVRE: Parabéns, Silvana!
Desenvolvimento da Zona Leste
Um plano para o desenvolvimento da Zona Leste deve ter como objetivo a promoção do crescimento econômico,
a criação de empregos e a inclusão social da população da Zona Leste. O plano desenvolvido na gestão anterior da administração municipal, contou com a participação popular e organiza um conjunto de ações voltadas para a economia, educação e organização urbana da região, contando com a participação da Prefeitura, dos mpresários, associações e sociedade civil. Certamente, acontecendo o desenvolvimento da Zona Leste, nós aqui da Vila Ré e região seremos beneficiados. Mas, não podemos ficar parados..
A SAVRÉ tomou a iniciativa de convidar entidades, população da região, o Fórum de Desenvolvimento da Zona
Leste para debater a necessidade de união, para entender e traçar como seria nossa atuação, quais as reivindicações
mínimas a serem encaminhadas e onde deveríamos centrar nossos esforços para sensibilizar e aglutnar o maior
número de pessoas.
No dia 21 de outubro, uma comissão da SAVRE e moradores compareceu à Câmara Municipal na Audiência Pública sobre o orçamento de 2006.
Aconteceram, ainda, mais duas reuniões preparatórias de nossa participação, no dia 18 de novembro às 19:00hs
no CEU CURUÇÁ, onde acontece o debate regionalizado do Plano Pluri Anual (PPA) e do Orçamento Municipal de 2006. Na oportunidade, defendemos as seguintes propostas:
QUEREMOS:
Término da obra do Franquinho; Urbanização ao longo do Córrego Franquinho; Levantamento das áreas remanescentes ao longo do Franquinho; Congelamento da área situada entre as ruas Benedito Otoni, Hermilo Alves
e Manuel Alves Ferreira para construção de área verde e de lazer, parque e recreação; Adequação da Escola Galileu Menon para Emei; Implantação da horta medicinal no
Jardim Coimbra; Construção do viaduto de ligaçãoFranquinho e extensão Radial Leste; Nesse processo estão participando as seguintes entidades: Associação Comunitária União Nordeste; Associação dos Moradoes
da Vila Nhocuné; Associação dos Moradores do Jd. Nordeste; Comunidade Esperantinópolis; Fórum de Desenvolvimento Loca Penha; Fórum para o Desenvolvimento da Zona Leste; Paróquia Santo
Antônio de Vila Ré; Sociedade Amigos de Vila Ré; Sociedade Amigos de Vila Granada; Sociedade Amigos do Jardim Popular e Sociedade Amigos do Jardim Nordeste
É de fundamental importância a organização da população para que venha dar a sua opinião, demonstrar na
prática a sua vontade. Até o final de dezembro/
2005 será votado o orçamento de 2006. Enquanto isso, vamos fortalecer a nossa união, pressionar os vereadores
para que incluam as nossas demandas que resultou de um longo processo de discussão.
 
Galileu Menon: onze meses sem solução
Moradores da Vila Ré, junto com a SAVRE, estão indignados com a falta de solução para a escola Galileu Menon.
Alegando falta de alunos, o governo do
Estado fechou a escola, deixando-a totalmente abandonada.
Hoje, o prédio está sendo alvo de invasores e depredadores, aterrorizando a vizinhança. As famílias não têm mais sossego pois os furtos aumentaram e o local se transformou num ponto de consumo de drogas.
A situação do prédio é de calamidade.
O governo, irresponsavelmente, fecha a escola e não mantém uma zeladoria para cuidar do patrimônio. Paredes, vidros, forros das salas de aula, luminárias, instalações elétricas; o que não foi roubado está destruído. Sem contar com o lixo acumulado, galhos e muitas folhas amontoadas...
A SAVRE e os moradores têm feito a denúncia dessa calamidade, tendo saído reportagens na Gazeta Penhense, Gazeta do Tatuapé, Gazeta da Zona Leste. No último dia 11/11/2005, a Rede Globo enviou ao local a equipe de Marcio Ca-
nuto do SPTV-Comunidade. Na oportunidade,
vários moradores e diretores da
SAVRE foram entrevistados, como também
foram entrevistados ex-alunos e exprofessoras.
O clamor geral é que se dê uma solução
imediata e sugerem a instalação de
uma EMEI no local (Escola Municipal
de Educação Infantil que atende a crianças
de 4 anos e 11 meses até 6 anos e
onze meses) ou uma UBS-Unidade Básica
de Saúde.
Há informações de que o prédio foi
passado para a responsabilidade da
Prefeitura. Entretanto, até agora, permanece
o jogo de empurra-empurra,
ficando o patrimônio público à mercê
de vândalos e ladrões. O orçamento de
2006, não contempla nenhum investimento
para devolver o patrimônio à
população de Vila Ré e adjacências.
As medidas de economia adotadas
pelo governo fecham escolas e mantêm
outras com salas superlotadas; enquanto
isso, o Galileu Menon, que sempre foi
uma referência para a região, está sendo
destruído.
 
Casas Bahia inaugura nova loja em Vila Ré
O comércio de Vila Ré está sendo
revitalizado com novos investimentos.
Além de novas construções
comerciais, principalmente na Rua
Itinguçu, foram abertas as lojas de
móveis Imigrantes, onde antes
funcionou o Depósito de Material de
Construção Magalhães, a ZP Fashion, onde antes existia uma unidade da BK e o Churrasquinho Bom Filé, defronte à Rua Chonecó, onde antes era uma Padaria.
Entretanto, o principal deles é a
construção e inauguração da loja das Casas Bahia na Rua Itinguçu, 1689, onde antes funcionou a Center Danças (antiga Cry’s).
A vinda de uma loja da líder no
setor arejista de eletrodomésticos,
eletroeletrônicos e móveis tem
enorme importância para o desenvolvimento comercial de Vila Ré. Ela ocupa uma área de 1654 m²,em dois pisos e estacionamento próprio. A loja empregará 56 funcionários e será um pólo de atração A inauguração foi muito concorrida, contando com a participação de moradores, membros da diretoria das Casas Bahia e a simpatia da cantora Kelly Key.

Livros

A memorável saga das mulheres brasileiras

A professora e advogada aposentada Hebe C. Boa-Viagem Costa escreveu um livro referencial para as mulheres.
Através de pesquisas sistematizou a biografia de sessenta mulheres brasileiras de vários períodos históricos e que com distintas atitudes se tornaram às pioneiras no Brasil.
O livro Elas, as pioneiras do Brasil, Scortecci Editora, 2005, 444 págs.,
procura retratar a participação da mulher na construção de nossa História. De início, considerando-a incapaz, pouco se registrou
de suas atividades, entretanto, algumas delas foram atuantes e procuraram mostrar que, como os homens, poderiam desempenhar
bem diversas tarefas. A partir desse esforço cresceu a luta por mais
espaço. Mulheres, do norte ao sul do país revelaram-se boas administradoras, poetas criativas, artistas, cientistas, educadoras, políticas e até guerreiras.
O objetivo da autora foi o de proporcionar ao leitor a possibilidade de confrontar o que era e como é hoje a situação da mulher no Brasil e, de certo modo, em outras partes do mundo. A luta dessas pioneiras foi árdua, no entanto, elas estão sendo esquecidas, viraram,
simplesmente, nomes de praças, ruas, escolas, creches e hospitais e pouca gente sabe o que elas fizeram para serem homenageadas dessa forma. É justamente essa lacuna que este livro pretende preencher. Entre as mulheres enfocadas, apenas Joênia de Carvalho, de Roraima, está fora dos parâmetros do livro, pois todas as outras biografadas já morreram. Por que essa exceção? É que o livro foi
aberto com a vida de Madalena Caramuru, índia, a primeira mulher letrada do Brasil e a primeira a invocar os direitos humanos nas terras recém descobertas. Passados 500 anos, Joênia é a primeira
advogada indígena no Brasil e se propõe a lutar em defesa dos índios que ainda continuam sendo espoliados. Portanto, faz jus a essa exceção! A autora: paulista, da cidade de Macatuba cursou Biblioteconomia, Pedagogia, Ciências Sociais e Direito. Também
freqüentou cursos de Artes. Atuou como advogada OAB 32588 e professora de Educação na rede estadual de ensino no bairro da Penha.(JMN) Serviço: O livro pode ser encontrado na Asabeça –
Rua Deputado Lacerda Franco, 187 – Pinheiros – SP –
Tel.: (11) 3031-2298 – www.asabeca.com.br

 
FIQUE SABENDO: O PERIGO DOS RATOS
O RATO VIVE ONDE ENCONTRA:

Alimentos: lixo exposto, comida de animais, mantimentos mal acondicionados e restos em geral.
Abrigos: materiais acumulados no chão, junto a paredes e muros; jardins mal aparados, terreno baldio com lixo, entulho e mato alto; vãos e buracos nas construções; caixas de esgoto quebradas.
Água: esgoto, fossa aberta, etc.
VOCÊ SABIA QUE...?
��A ratazana pode procriar até 8 vezes por ano e dar de 8 a 12 crias de cada vez?
��O rato tem a necessidade de roer para controlar o crescimento dos dentes.
Ele destrói alimentos, tubos, fios de telefone, materiais diversos.
��O rato pode transmitir muitas doenças como leptospirose, tifo murino, hantavirus, parasitoses intestinais, etc?
��A transmissão da leptospirose se dá através do ambiente e utensílios contaminados pela urina do rato;
��O rato é o principal transmissor da leptospirose;
��Quando mordido por rato, deve-se procurar a unidade de saúde para profilaxia do tétano.
ALGUMAS SOLUÇÕES PRÁTICAS PARA EVITAR O RATO:
�� Guarde os gêneros alimentícios em recipientes apropriados (metais ou vidros) bem fechados;
��Jogue no lixo restos de comida; coloque o lixo em coletores com tampa, ou em sacos plásticos, em locais elevados ou enterre;
��Mantenha a limpeza rigorosa dentro e fora de casa;
��Evite acúmulo de materiais em desuso;
��Vede frestas ou buracos nas portas, janelas ou paredes;
��Evite a permanência de restos alimentares dos animais domésticos durante a noite.
 
 

FESTA DE ANIVERSÁRIO DE VILA RÉ:

A realização da festa de aniversário de Vila Ré demanda sempre muito trabalho. Definido o tema para a comemoração VILA RÉ 86 ANOS: DESENVOLVER A ZONA LESTE E MELHORAR A VIDA NA VILA RÉ, foi preciso correr atrás de apoios na Administração Municipal e de patrocinadores, porque nada acontece sem despesas. As negociações estão em andamento e, sendo positivas, permitirão desenvolver as seguintes atividades propostas para os festejos:
Exposições: FOTOS E OBJETOS ANTIGOS: fotos cedidas por moradores estão sendo “scaneadas” e arquivadas eletronicamente para formar um banco de dos sobre o bairro;objetos antigos cedidos pelos moradores; CONSTRUINDO UM NOVO AMBIENTE:
apresentação das transformações do córrego Franquinho, ao longo do tempo, através de fotos, plantas e mapas.
VILA RÉ PLUGADA NA WEB: apresentação do portal zonaleste.net, do site da da Savre e da Comunidades da Vila Ré no Orkut.
Atividades de Palco:
a)Apresentação de academias, escolas, grupos de danças, ginástica olímpica, etc;
b)Apresentação de bandas e músicos de estilos variados;
c)Encerramento; d)Queima de fogos
c) Divulgação: Durante o mês de novembro, os moradores de Vila Ré e bairros adjacentes receberão informações diretas sobre o evento, através de:
- Jornal da SAVRE;
- Faixas e banners distribuídos em pontos estratégicos;
- Panfletos (10.000) distribuídos de casa em casa;
- Carro de som, durante a semana que antecede o festejo;
- Imprensa escrita e falada.

AGENDA
Dia 25/11/2005: Reunião do FDZL-Forum de Desenvolvimento da Zona Leste, no SESC-Itaquera, às 14 hs.;
Dia 04/12/2005: Festa de Aniversário de Vila Ré, das 14 horas às 22 horas, na R. Itinguçu, altura do nº 2300;
Dia 11/12/2005: Confraternização de Fim de Ano;
Dia 09/01/2006: Primeira reunião da SAVRE em 2006.
PREENTURMANDO VILA RÉ: